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Não é mais novidade: redes sociais representam uma tendência para a comunicação do futuro. O fenômeno não é recente. Desde a época dos chats como ICQ e MSN e redes de relacionamento como Orkut e MySpace, muita coisa surgiu, fez sucesso e caiu no esquecimento.

O surgimento de inúmeras redes sociais mostra que existe um público ávido por novidades. E o número de usuários cadastrados (atualmente, o Facebook tem 2,13 bilhões de usuários, enquanto o Instagram tem 800 milhões) demonstra que a popularidade das mídias sociais é crescente.

Nesse momento, vivemos um período de transição: com a mudança no seu algoritmo, o Facebook tem perdido usuários e conteúdo publicitário. De acordo com um levantamento feito pela consultoria americana eMarketer, 2017 foi o pior ano da rede criada por Mark Zuckerberg. Isso faz com que soprem ventos avisando que o Facebook tem, sim, data de validade.

Para os desenvolvedores, isso é uma oportunidade. Assim, é um bom momento para ficarmos atentos às novidades que certamente surgirão na área.

A coisa toda já começou: essa semana, recebemos a notícia de uma nova rede social, a Vero. A sua promessa é bem bonita, já que afirma ser capaz de estabelecer as conexões da vida real no ambiente digital. Com um design bastante arrojado, ela permite que seus cadastrados compartilhem dados como fotos, links, filmes, músicas, programas etc, escrevendo comentários e opiniões acerca deles. Você se conecta com seus amigos, colegas de trabalho e conhecidos e escolhe qual tipo de conteúdo será compartilhado com qual categoria.

As mensagens diretas, likes e comentários também são permitidos, replicando o formato de interação que já conhecemos de outras redes. A proposta é que a Vero seja uma rede social que consegue expressar mais diretamente a sua essência.

Outras apostas para a substituição do Facebook são dois velhos conhecidos nossos: o Twitter e o YouTube, apostando na tendência de compartilhamento de ideias e produções audiovisuais.

No mês passado, a Marcativa entrou na shortlist do Prêmio Lusófonos da Criatividade, uma premiação que destaca as melhores agências e campanhas de língua portuguesa. Com a ação digital “Viva o Clássico”, feita para a Brahma, ficamos entre as seis selecionadas para o Prêmio!

Nos inscrevemos na categoria “Campanha em Redes Sociais”, já que a ação foi toda pensada em multiplataforma: para recriar as emoções dos jogos entre Bahia e Vitória, usamos o Facebook, o Instagram e também o YouTube, configurando assim uma ação 360º que engajou e motivou os torcedores.

Conheça um pouco mais sobre a ação

Aqui, futebol é sinônimo de clássico. Para além da força da sua cultura e música, os baianos também respiram o esporte. Assim, os torcedores do Bahia e do Vitória vivem na pele a emoção de cada partida dos seus times do coração.

No ano de 2016, no entanto, uma diferença entre as classificações impedia o tradicional clássico: enquanto o Rubro-Negro disputava a primeira divisão do Campeonato Brasileiro, o Tricolor estava rebaixado à “segundona”. Assim, teoricamente, o aguardado Ba-Vi ficaria um ano sem acontecer.

A cerveja Brahma aproveitou esse mote e resgatou o clima de competição por meio da campanha digital “Viva o Clássico”. A ideia era dar aos torcedores a sensação de vivenciar mais uma vez a rivalidade entre os clubes do coração por meio de uma série de ações nas redes sociais. Tanto na Série A quanto na Série B, a Brahma registrou e eternizou de forma criativa os momentos mais marcantes de cada jogo, estando o tempo todo em contato com as duas torcidas.

A dinâmica movimentou os torcedores baianos. Ao longo dos embates, ilustrações eram divulgadas nas redes sociais dos dois clubes, reproduzindo de forma artística a imagem mais emblemática das partidas. Os traços viralizaram entre a torcida, que se engajou de forma muito positiva e natural com a campanha. Foram mais de 80 ilustrações, que foram curtidas e compartilhadas durante todo o campeonato, deixando sempre vivo o conceito do clássico.

Para além do compartilhamento das ilustrações, também foi possível interagir de forma mais direta com a campanha “Viva o Clássico”. Assim, uma série de ações foi lançada para estimular o público nas redes sociais, sempre com o uso das hashtags oficiais. Por meio de desafios como tirar a foto com mais pessoas, os torcedores puderam se engajar ainda mais com a proposta, concorrendo a ingressos para os jogos futuros.

Outro ponto de destaque foi o programa esportivo “Bar FC”, apresentado pela marca. Postados nas redes sociais da Brahma, os vídeos reuniam apresentadores e convidados especiais, como jogadores, dirigentes e jornalistas, que analisavam de forma descontraída o andamento do campeonato.

Munida ainda de depoimentos emocionantes de pessoas cujas vidas são marcadas pelo esporte, sempre em vídeos, “Viva o Clássico” mobilizou os torcedores dos times rivais justamente no ponto em que eles têm em comum: a paixão pelo futebol.

 
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Em Janeiro desse ano, surgiu no Rio de Janeiro um movimento de pessoas indignadas com os preços abusivos praticado por comerciantes. Motivados pela proximidade com a copa, os donos de estabelecimentos aumentaram os preços dos produtos, muitas vezes em mais de 100%, de um mês para o outro. Assim, surgiu a página Rio $urreal, criada por Toinho Castro, que divulga e boicota preços extorsivos praticados por bares, restaurantes, lojas e ambulantes no Rio de Janeiro.  Leia mais →

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A consultoria GlobalIndex publicou números que contestam a teoria de que os adolescentes estariam abandonando o Facebook, conforme sugerem pesquisas recentes. De acordo com informações coletadas entre outubro e dezembro de 2013, a rede social é acessada mensalmente por 48,5% dos jovens entre 16 e 19 anos no mundo. No trimestre anterior, o índice era de 56%. Leia mais →

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Ryan Holmes, CEO do Hootsuite, disse que o Brasil representa o futuro das mídias sociais. Com base nas pesquisas recentes da eMarketer e da consultoria comScore, calcula-se que existem cerca 65 milhões de usuários no Facebook em nosso país e eles passam até 10h na rede social em média.
“Mercados como EUA e Europa estão passando por um processo de saturação do segmento, a China não permite acesso oficial ao Twitter e Facebook e Índia ainda está no início de sua revolução digital”. Essa é uma ótima oportunidade para os anunciantes e também para aqueles que já entendem a importância da mídia.

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